A vida bucólica na aldeia 1
-"Ó menina, quando entrar no carro, não se assuste..."
A chavena de café a meio caminho, disposição de cão, bad hair day: Não me digam nada!
-" Ventava tanto ontem à noite, que fiquei com medo que a Santinha do coreto se partisse. Como o seu carro era o único que estava aberto, a santinha ficou lá dormir. Não se importa, pois não menina."
Pá, eu não me importo, gostava é que ela, a santa, em sinal de reconhecimento, me tivesse protegido a frente do carro na altura em que esta embateu contra o muro.
Quer dizer, dorme à borla e não desempenha o trabalho de segurança que o grau de Santa lhe confere.
Acho mal, pá.
[Miss Caipira]

Comentários
Não percebi bem uma cena, foi a Santa que destravou o carro? Foi o vento? Foste tu? Foi o coreto que se amandou contra o carro?
afixado por: João Cúcio | janeiro 17, 2006 03:07 PM
LOL
afixado por: susana | janeiro 17, 2006 03:28 PM
Ora aqui está um belo conto digno de Santos, Tó Móveis e da BT. Espero que o tal café não fosse descafeínado. Bem-Vinda, Miss Caipira.
afixado por: João Cóias | janeiro 17, 2006 04:54 PM
Esta caipira sempre teve um relacionamento do caneco com santas e santinhas...
E o travão do carro serve para quê?
Vejo que entraste numa boa equipa....
afixado por: Balzakiana | janeiro 17, 2006 05:14 PM
Miss Caipira,
Bem-vinda, amiga!
Já agora, outro dado importante: de que material era feita a santinha? Era daquelas santinhas de plástico que se compram em Fátima? Ou era uma santa em condições, feita de barro ou porcelana?
Outra questão importante: a santinha estava benzida?
Tudo isto era fundamental para evitar que a máquina se estraçalhasse toda contra o muro...
afixado por: Bernardo | janeiro 17, 2006 05:35 PM