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catarina cronista

Ontem apareceu uma nova revista no mercado. A Psicologia Actual foca temas da psicologia pertinentes para os relacionamentos comuns entre as pessoas: amorosos, familiares ou sociais.
Usando linguagem acessível ao grande público, numa abordagem que pretende ser cientificamente correcta, o seu objectivo é procurar caminhos para a felicidade.
Conta com o contributo especial de uma cronista de grande prestígio quase internacional que, só por si, trará muitos leitores à revista.
Na sua primeira crónica, intitulada “A eternidade”, escreve:

É isso, a eternidade: o que vem de trás, os pedaços de pessoas que emergem naquela que está agora á nossa frente, através de códigos pré-definidos e em tudo aquilo que passa de mãe e pai para os filhos. A eternidade não é mais do que a continuidade das pessoas nas outras.

Parabéns, mana.

link para a revista

Comentários

Obrigada, mana. :))
(perdida de riso com o "prestígio quase internacional")

Tão bonito!
Obrigada Susana, pela transcrição, e parabéns à Catarina

Muitos Parabéns !
(gostei dessa do "relacionamentos comuns" que é como quem diz: não é para maluquinhos ;)lol)

bom, quando me lembrei que tens leitores no brasil,
constatei que até é... ;)

sofia, a transcrição é de apenas um trecho.

hope, nem pensar, o que queria dizer é que são temas da vida de quase toda a gente, daí o uso da designação "comuns". não tenho nada essa ideia de que a psicologia e a psiquitria se ocupam dos "maluquinhos".

Quer dizer a eternidade é tudo uma questão de genética?
sim, biológicamente falando.
Quanto a herança moral e social? pode ser duvidoso. Tem a ver com o meio, transmissão familiar e social onde se crescer.
Só que esse tipo de eternidade é muito limitativa unicamente a quem deixa descendência mas mesmo nesse caso, dura mais ou menos umas 4 a 5 gerações, alguém se lembra dos seus trisavos e não ser como uma coisa abstrata? a memória também, morre.
Mas há de facto um outro tipo de eternidade que o poeta definiu “ aqueles que por obras valorosas da lei da morte se vão libertando” ( Camões ) ele conquistou a eternidade através das suas obras, outros através das suas ideias, apesar de não deixar transmissão a outras pessoas ( biologicamente claro ). Mas os seus contemporâneos anónimos que transmitiram essa eternidade biologicamente e não por obras, estão mortos para nós e acho que até para os descendentes. São as leis da vida e do tempo.

Obrigada Sofia e Hopelandic. :)

Leopard, nunca me imaginei explicar o conteúdo de uma frase da minha crónica...:) Enfim, a ideia não é tanto a memória (claro que ninguém se lembra dos trisavós) mas de continuidade: eu não me lembro dos meus trisavós, mas eles terão deixado alguma marca que passou para os avós, depois pais e finalmente filhos. Biologicamente, claro, mas também de outras formas.

A eternidade das obras é outra conversa: só para alguns - muito poucos.

Nem eu pedi esplicaçoes, limitei-me a acrescentar uma outra visão do problema para reflexão a quem quer que lesse, somente isso, de resto concordo que recebemos sempre uma marca dos progenitores.
se recuarmos muito, vamos ser todos irmaos.

parabéns, catarina
gostei da revista:))

Muito bem, CatComTudo. Parabéns!

Irmãos ou primos, Leopard.:)

Obrigada, Cristy. Também gostei da revista. :)

Monty, 'com tudo' menos tempo para tudo. :) Obrigada.

há revistas com sorte ! parabéns, catarina

Catarina,
Só agora verifiquei quem figura na equipa. Levas com os Parabéns a duplicar. Conheço, pelo menos, metade da equipa!
Desejo-vos o maior sucesso :)

Bem, vou já comprar a revista!

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