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... dos tempos que correm

- Vamos baptizar o puto!
- Pela Igreja ou pelo civil?

Comentários

Pela igreja ! Ele depois escolhe !

Agora? Ainda está frio. Mais para lá.

Agora? Ainda está frio. Mais para lá.

o post até tem piada que o gajo é espirituoso, mas os hereges que casam pelo civil e baptizam os pequenos pelo civil (quero dizer, não os baptizam) são bem mais tolerantes Bernardo

A opção pelo civil é serviço público ou privado? Mais um instituto?

JAC
Blog - "O meu Computador"
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Real, deves estar realmente confuso...
O que é que eu tenho a ver com isto? Já começa a ser mania da perseguição...

as minhas desculpas bernardo, pensei que realmente tivesses sido tu a escrever o post

Ok pá! Estás desculpado, obviamente...
Eu é que, graças a esse comentário, começo a fazer uma ligeira introspecção de consciência... O que ando eu a fazer? Que imagem ando a transmitir?

E com toda a razão a interrogação, mas bem pela igreja é melhor já que agora é facultativo.
Pois é, antigamente só havia uma hipótese, o baptismo é religioso. ( agora também continua a haver só um baptismo ). A vida da pessoa estava dependente em questões de formalidade dos assentos paroquiais (coisas do concilio de Trento) pelo qual uma pessoa se tornava pertencente a uma religião, o estado não queria saber de registos. tempos da monarquia e da ligação estado igreja com pendor desta sobre o estado neste aspecto em relação ao registo dos cidadãos. Foi preciso a República depois da constituição de 1911e o “Baptismo civil” passar a obrigatório e ter lugar nos dias seguintes ao nascimento quando os pais ficaram obrigados e dirigirem-se a uma conservatória a declararem os filhos, receberem uma cédula que identifica a criança, progenitores, nacionalidade etc. esta criação da republica, pouco depois da implantação que obrigou todos os cidadãos portugueses a ser registados em conservatórias civis criadas para esse efeito e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) fossem transferidos às recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil começou a retirar poder e influencia a igreja, seguindo-se uma interessante luta de que ainda ha reminiscencias.
Antes disso quem se quiser documentar sobre passados ou arvores genealógicas tem que recorrer aos registos paroquiais.

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