o post até tem piada que o gajo é espirituoso, mas os hereges que casam pelo civil e baptizam os pequenos pelo civil (quero dizer, não os baptizam) são bem mais tolerantes Bernardo
Ok pá! Estás desculpado, obviamente...
Eu é que, graças a esse comentário, começo a fazer uma ligeira introspecção de consciência... O que ando eu a fazer? Que imagem ando a transmitir?
E com toda a razão a interrogação, mas bem pela igreja é melhor já que agora é facultativo.
Pois é, antigamente só havia uma hipótese, o baptismo é religioso. ( agora também continua a haver só um baptismo ). A vida da pessoa estava dependente em questões de formalidade dos assentos paroquiais (coisas do concilio de Trento) pelo qual uma pessoa se tornava pertencente a uma religião, o estado não queria saber de registos. tempos da monarquia e da ligação estado igreja com pendor desta sobre o estado neste aspecto em relação ao registo dos cidadãos. Foi preciso a República depois da constituição de 1911e o “Baptismo civil” passar a obrigatório e ter lugar nos dias seguintes ao nascimento quando os pais ficaram obrigados e dirigirem-se a uma conservatória a declararem os filhos, receberem uma cédula que identifica a criança, progenitores, nacionalidade etc. esta criação da republica, pouco depois da implantação que obrigou todos os cidadãos portugueses a ser registados em conservatórias civis criadas para esse efeito e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) fossem transferidos às recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil começou a retirar poder e influencia a igreja, seguindo-se uma interessante luta de que ainda ha reminiscencias.
Antes disso quem se quiser documentar sobre passados ou arvores genealógicas tem que recorrer aos registos paroquiais.
Comentários
Pela igreja ! Ele depois escolhe !
afixado por: fresquinha | março 25, 2006 01:28 AM
Agora? Ainda está frio. Mais para lá.
afixado por: marceneiro | março 25, 2006 02:03 AM
Agora? Ainda está frio. Mais para lá.
afixado por: marceneiro | março 25, 2006 02:03 AM
o post até tem piada que o gajo é espirituoso, mas os hereges que casam pelo civil e baptizam os pequenos pelo civil (quero dizer, não os baptizam) são bem mais tolerantes Bernardo
afixado por: Real | março 26, 2006 02:46 AM
A opção pelo civil é serviço público ou privado? Mais um instituto?
JAC
Blog - "O meu Computador"
(Tecnologias de Informação e Comunicações)
http://o-meu-computador.blogspot.com/
afixado por: JAC | março 26, 2006 01:40 PM
Real, deves estar realmente confuso...
O que é que eu tenho a ver com isto? Já começa a ser mania da perseguição...
afixado por: Bernardo | março 26, 2006 03:56 PM
as minhas desculpas bernardo, pensei que realmente tivesses sido tu a escrever o post
afixado por: Real | março 26, 2006 09:41 PM
Ok pá! Estás desculpado, obviamente...
Eu é que, graças a esse comentário, começo a fazer uma ligeira introspecção de consciência... O que ando eu a fazer? Que imagem ando a transmitir?
afixado por: Bernardo | março 27, 2006 01:01 PM
E com toda a razão a interrogação, mas bem pela igreja é melhor já que agora é facultativo.
Pois é, antigamente só havia uma hipótese, o baptismo é religioso. ( agora também continua a haver só um baptismo ). A vida da pessoa estava dependente em questões de formalidade dos assentos paroquiais (coisas do concilio de Trento) pelo qual uma pessoa se tornava pertencente a uma religião, o estado não queria saber de registos. tempos da monarquia e da ligação estado igreja com pendor desta sobre o estado neste aspecto em relação ao registo dos cidadãos. Foi preciso a República depois da constituição de 1911e o “Baptismo civil” passar a obrigatório e ter lugar nos dias seguintes ao nascimento quando os pais ficaram obrigados e dirigirem-se a uma conservatória a declararem os filhos, receberem uma cédula que identifica a criança, progenitores, nacionalidade etc. esta criação da republica, pouco depois da implantação que obrigou todos os cidadãos portugueses a ser registados em conservatórias civis criadas para esse efeito e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) fossem transferidos às recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil começou a retirar poder e influencia a igreja, seguindo-se uma interessante luta de que ainda ha reminiscencias.
Antes disso quem se quiser documentar sobre passados ou arvores genealógicas tem que recorrer aos registos paroquiais.
afixado por: leopard | março 27, 2006 04:31 PM